a) A força de origem magnética sobre um fio muito fino conduzindo corrente é
\[
{{{\mathbf{F}}}}=I\int_l{d{{{\mathbf{l}}}}\,}\,{\bf{\times}}\,{{{{\mathbf{B}}}}}.
\]
Como o campo ${{{\mathbf{B}}}}$ é uniforme, essa expressão se transforma em
\[
{{{\bf{F}}}}=I\left(\int_{l}d{{{\mathbf{l}}}}\right){\bf{\times}}{{{\mathbf{B}}}}=I{{{\mathbf{L}}}}\,{\bf{\times}}\,{{{{\mathbf{B}}}}},
\]
onde ${{\bf{L}}}$ é o vetor posição do ponto extremo do condutor relativamente à sua origem. Assim:
\[
{{{\mathbf{F}}}}_{AB}=I(a\,{\bf\hat y}){\bf{\times}}(B\,{\bf\hat x})={-}BIa\,{\bf\hat z},\quad{{{\mathbf{F}}}}_{BC}=I(a\,{\bf\hat x}-a\,{\bf\hat y}){\bf{\times}}(B\,{\bf\hat x})=BIa\,{\bf\hat z},\quad{{{\mathbf{F}}}}_{CA}=I({-}a\,{\bf\hat x}){\bf{\times}}(B\,{\bf\hat x})=0.
\]
Como não podia deixar de ser (o campo é uniforme!), a força total sobre a espira é nula.
b) O torque sobre uma espira em um campo magnético uniforme é ${\bf{\tau}}\!\!\!\!{\bf{\tau}}={{{\mathbf{m}}}}\,{\bf{\times}}\,{{{{\mathbf{B}}}}}$, onde, para uma espira plana de área $A$, ${{\mathbf{m}}}=IA\,{\bf\hat n}$ (${\bf\hat n}$ é o versor perpendicular ao plano da espira, orientado de acordo com a regra da mão direita aplicada ao sentido de circulação da corrente na espira). Desse modo, decorre imediatamente:
\[
{{\mathbf{m}}}=I\frac{\pi a^2}4({-}{\bf\hat z})\quad\Longrightarrow\quad{\bf{\tau}}\!\!\!\!{\bf{\tau}}=\frac{\pi a^2I}4({-}{\bf\hat z}){\bf{\times}}(B\,{\bf\hat x})={-}{\bf\hat y}\,\frac{\pi BIa^2}{4}
\]
Um comentário:
teste 2:
\[
\nabla\times\mathbf{B}=\mu_0\mathbf{J}
\]
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